Depressão
Para a maioria das pessoas, os episódios depressivos são relacionados a algum acontecimento adverso, como a morte de uma pessoa próxima, a perda de um emprego, a falta temporária de perspectivas, o sofrimento com doenças crônicas, etc.
São as chamadas depressões ocasionais, ou situacionais, e geralmente se corrigem sozinhas, com o tempo; ou com uma psicoterapia de apoio.
Entretanto, algumas pessoas têm depressões graves, verdadeiros distúrbios mentais, altamente debilitantes.
Tratamento Biomolecular
Temos que tratar imediatamente a causa que levou o paciente até ao médico. Ocorre que não é possível a prescrição apenas do antidepressivo. Por exemplo, a Fluoxetina promove a recaptação de serotonina, acontece que se não prescrevermos também hidróxitriptofano, L-triptofano, e ácido fólico, a Fluoxetina não terá condições de vencer certas barreiras metabólicas pois, sabe-se que o L-triptofano se liga a albumina e atravessa facilmente a barreira hematoencefálica, mas por estar ligada a albumina tem uma ação mais lenta no cérebro. E sabemos que é uma substância indispensável para a depressão. Já o hidroxitriptofano tem uma ação imediata no tecido cerebral por atravessar diretamente a barreira hematoencefálica, sem necessitar de carreadores. No entanto, o triptofano depende do ácido fólico para ser transformado em serotonina. Assim, a deficiência de ácido fólico impede a melhora de um quadro depressivo.
Some-se a isso o fato de haver um desequilíbrio entre cálcio, magnésio, sódio e potássio no estudo do Mineralograma onde ainda poderemos ter uma carência de lítio.
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